A Butterfly Growth implanta e opera a governança de IA da sua empresa em uma jornada de dez etapas. A jornada começa por escolher quais casos de uso merecem investimento, passa pelo desenho com travas de segurança e pela medição de custo e resultado e termina em um ciclo contínuo em que o que a operação aprende volta para a priorização. O CEO passa a saber onde a empresa usa IA, com quais dados, sob a responsabilidade de quem e a que custo.
Etapas 1 a 3. Quais casos de uso entram, quem decide sobre cada um e se os dados estão prontos.
Etapas 4 a 8. Desenho, implantação, medição, escala e operação, com as travas de segurança em cada caso.
Etapas 9 e 10. Ativa desde a primeira decisão, com líder, princípios, engenharia e segurança.
Em empresas B2B complexas, a adoção de IA costuma começar pelas áreas: o financeiro automatiza a leitura de notas, o comercial usa um assistente para redigir propostas, o jurídico testa uma ferramenta de resumo de contratos. Cada iniciativa faz sentido isoladamente e nenhuma delas passa por critério comum de priorização, por avaliação de risco, por regra sobre quais dados podem entrar em qual sistema ou por medição de custo. O CEO descobre a dimensão do uso quando ocorre um incidente, uma fatura inesperada de plataforma ou uma pergunta de cliente sobre onde seus dados foram processados.
Tratar a governança como uma revisão feita depois da implantação chega tarde, porque as decisões que mais pesam (qual problema atacar, quem responde pelo resultado, que dado é permitido, qual o limite de autonomia da máquina) são tomadas na seleção e no desenho. A metodologia da Butterfly mantém governança, engenharia e segurança ativas desde a primeira decisão de seleção, e não em uma fila à espera de sua vez.
Peça a cada diretoria uma lista das ferramentas e automações de IA que usa, com o nome de quem responde por cada uma e os tipos de dado que ela recebe. Se as listas não existirem, ou se duas áreas citarem ferramentas que a outra desconhece, o inventário é o primeiro entregável a construir.
das empresas brasileiras pesquisadas operam agentes de IA em comunicação com clientes
das empresas brasileiras já reverteram algum agente de IA
das reversões no Brasil tiveram como causa a exposição de dados de clientes
dos executivos de nível C se declaram muito confiantes na prontidão da empresa para IA, contra 43% dos diretores e gerentes que operam os programas
Essa distância entre quem decide e quem opera é o que o inventário com responsável nomeado e o painel de acompanhamento tornam visível para o CEO.
Escopo: agentes de IA em comunicação com clientes, em empresas com 1.000 funcionários ou mais de dez países (2.527 tomadores de decisão). Os dados são autodeclarados, e o recorte brasileiro corresponde a cerca de 11% da amostra.
das empresas pesquisadas já precisaram retirar de produção um agente de IA
Fonte: Sinch, The AI Production Paradox, janeiro de 2026. Escopo: agentes de IA em comunicação com clientes. A pesquisa não separa as empresas pelo método de adoção.
A metodologia é cíclica. A etapa de operação alimenta um circuito de retorno para a etapa de seleção, de modo que incidentes de segurança e aprendizados operacionais mudam a priorização dos próximos casos de uso. A empresa que conclui o primeiro ciclo entra no segundo com pesos de priorização recalibrados por evidência.
A seleção aplica um sistema de priorização com três dimensões e nove subdimensões, com pesos que a empresa ajusta, e roteia cada demanda para a esteira adequada: estratégica, via rápida, melhoria, descarte ou preparação de dados. Exige patrocinador de nível C e métrica de sucesso definida antes da aprovação.
Etapa 1 Seleção
Etapa 2 Definição, com matriz de responsabilidades
Etapa 3 Diagnóstico, com checklist de dados em nove dimensões
O desenho classifica cada decisão pelo risco do processo e implanta as cinco travas de segurança. A implantação usa a IA como recomendadora, com foco em triagem, resumo, classificação e simulação e exige testes adversariais antes de ativar casos sensíveis. A escala depende de valor comprovado e de aval formal da segurança.
Etapa 4 Desenho
Etapa 5 Implantação
Etapa 6 Medição, com custo de IA
Etapa 7 Escala e sustentação
Etapa 8 Operação
Define a visão de IA da empresa, nomeia o líder com mandato e orçamento e fixa os princípios éticos que funcionam como portão em cada etapa. Reúne três blocos: governança com direitos de decisão explícitos, engenharia com ambiente de teste e arquitetura de referência e segurança com modelagem de ameaças por caso de uso.
Etapa 9 Estratégia, organização e liderança de IA
Etapa 10 Governança, engenharia e ética de IA
A Governança de IA Viva mantém, depois da implantação, quatro instrumentos em operação. Eles seguem a lógica de produtos que mantêm planos atualizados por monitoramento contínuo e por decisões registradas em ata, aplicada ao portfólio de IA da empresa.
Toda IA usada em nome da empresa está registrada com dono, dados que recebe, fornecedor, nível de risco e estágio de maturidade. Cada modelo, inclusive os de baixo risco, tem um responsável nomeado e o registro é auditável.
Aprovações, vetos e exceções ficam registrados com pauta prévia, critério usado, responsável e data. Quando um caso de uso é revisto meses depois, a empresa sabe por que foi aprovado e sob quais condições de autonomia.
O painel acompanha funcionamento, resultado, risco e adoção de cada caso de uso, com controle financeiro de IA que projeta e otimiza o custo. A diretoria vê quais casos entregam valor e quais consomem orçamento sem retorno.
Exceções são tratadas semanalmente, o portfólio é revisado todo mês, os pesos de priorização e as travas são recalibrados a cada trimestre e a auditoria ética acontece uma vez por ano. Os incidentes registrados alimentam a próxima priorização.
Um documento que proíbe colar dados de clientes em uma ferramenta pública de IA depende da memória de cada pessoa. A metodologia implementa os guardrails como camada técnica de engenharia. Cada caso de uso recebe uma classificação de risco em quatro níveis, e a autonomia concedida à máquina é proporcional a esse nível, definida por critério e sem depender do entusiasmo da área que propôs o caso.
Quando o caso envolve dados de clientes ou chamadas a modelos de linguagem em volume, o desenho inclui uma camada intermediária de controle entre a empresa e o modelo, do tipo oferecido por soluções de segurança para LLM. Essa camada detecta tentativas de injeção de instruções, mascara dados pessoais, bloqueia o vazamento de credenciais e registra o custo por área. A ferramenta específica é escolhida por critério em cada cliente, e a Butterfly responde pela decisão perante a diretoria.
A adoção de IA em todas as áreas ultrapassou a capacidade de governança. A empresa criou governança em três níveis (conselho de riscos, conselho executivo e comitê de auditoria), concentrou investimento onde havia caso de negócio claro e passou a tratar a governança de dados como habilitadora do crescimento de IA.
Após testar uma ferramenta pública de IA, a empresa percebeu o risco à confidencialidade de clientes e construiu um assistente interno com personas de acesso restrito, cinco camadas de governança e uma métrica própria de precisão das respostas, tratando a governança como fator de adoção.
A primeira pergunta da etapa de estratégia é se a organização trata a IA como capacidade estratégica ou como risco a ser controlado. Se a resposta é risco, o líder natural é o responsável por segurança da informação, a governança funciona como conformidade e a empresa otimiza para evitar perdas. Se a resposta é capacidade estratégica, o líder natural é um responsável executivo por IA, a governança funciona como habilitadora e a empresa otimiza para capturar valor. As duas escolhas são legítimas e levam a orçamentos, pautas e indicadores diferentes, o que exige que o CEO decida antes de escalar.
A metodologia também usa um modelo de maturidade em estágios, e cada estágio muda o rigor exigido. Nos mais avançados, todo modelo tem responsável, o registro é completo e as auditorias de viés são trimestrais. O diagnóstico inicial situa a empresa em um estágio e indica o que é proporcional exigir dela agora, evitando impor um aparato que a operação não sustentaria.
A Butterfly contrata e responde pelo cliente, e a metodologia é entregue por consultor especializado em governança de IA. O cliente pode contratar apenas o módulo 1, os módulos 1 e 2 juntos, ou o módulo 3 depois de concluídos o 1 e o 2. A ordem existe porque cada módulo opera sobre o que o anterior produziu: a implantação parte do portfólio priorizado e a operação recorrente parte dos casos que já estão em produção.
Levantamento de todo o uso de IA na empresa, definição do estágio de maturidade, aplicação do sistema de priorização e diagnóstico de prontidão dos dados. Inclui a governança mínima: responsável nomeado por caso, classificação de risco e regra sobre quais dados podem entrar em cada sistema. Sai com o portfólio priorizado, os donos nomeados e a decisão sobre quem lidera a IA.
Desenho dos casos priorizados com classificação de risco, cinco travas e camada técnica de controle, implantação com testes adversariais e medição de custo e resultado. Sai com os primeiros casos em produção e o painel em funcionamento.
Escala condicionada a valor comprovado e operação recorrente com comitê, registro de decisões, revisões semanal, mensal, trimestral e anual, recalibração dos pesos e circuito de retorno para a priorização. Contratação mensal.
O produto atende empresas B2B e indústrias B2B2C em que várias diretorias já usam IA e o CEO precisa de visão consolidada de risco, custo e valor.
O que a Butterfly precisa do cliente para começar: um patrocinador de nível C com poder de decisão sobre o portfólio, acesso às diretorias para o levantamento de uso e a indicação de um responsável por cada processo que receberá IA.
Sem patrocinador que aceite vetar ferramentas e casos de uso, o inventário e a priorização podem ser entregues e a governança viva perde a autoridade para operar. Nesse cenário o indicado é parar no módulo 1 até que o mandato exista.
A resposta indica em qual módulo a conversa deve começar, e a Butterfly usa os primeiros 45 minutos para chegar a essa indicação com o CEO.
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